Desculpe-me pelo transtorno...
Este post é apenas uma satisfação aos amigos que vez ou outra visitam este nada humilde blog. Alguns dos meus projetos pessoais estão em expansão, o que requer muita dedicação minha e tempo disponível longe do pc. Tudo somado à indisposição de idéias nos raros momentos em que eu consigo me dedicar a esta maravilha viciante que é o computador cria uma situação que me faz sentir irresponsável por não conseguir escrever no blog. No entanto, assim que sair o resultado do vestibular da UFPA, em breve, quando enfim eu poderei organizar meu tempo entre duas faculdades (ou não) e um estágio, eu juro que reservo um espaço nos meus dias pra postar aqui. Um abraço.
segunda-feira, 12 de fevereiro de 2007
sexta-feira, 8 de dezembro de 2006

| Dias Contados (Enterrado Vivo) d'O Globo on line O Comandante Fidel, responsável pelo governo de Cuba desde a revolução liderada por ele e por Che Guevara - cuja filha esta poster tiete teve a 'felicicíssima' oportunidade de conhecer - começa a ser dado como morto pela mídia londrina. A contagem regressiva para o fim do ditador é reforçada pela suposta recusa de Fidel ao tratamento contra um câncer de estômago, e o jornal britânico The Independent aposta que, até o Natal, cuba enterrará seu Presidente. A notícia - oficiosa - foi transmitida por diplomatas anônimos, pois a saúde de Fidel é tratada pelo governo cubano como segredo de Estado. Ganham força as especulações sobre o futuro do último país socialista da América Latina. E começa o Feliz Natal da América do Norte. |
segunda-feira, 4 de dezembro de 2006
Cria da Casa


"...num átimo, trouxe a encomenda da senhora: uma menina de nove anos, amarela, descalça, a cabeça rapada, o dedo na boca, metida num camisão de alfacinha. A senhora recuou um pouco, o leque aos lábios, examinando-a: - Mas isto? E olhava para a menina e para o canoeiro, o leque impaciente: - Mas eu lhe disse que arranjasse uma maiorzinha pra serviços pesados (...)" (Dalcídio Jurandir, em "Belém do Grão-Pará) A justiça já vem, singrando os rios da Amazônia, em uma daquelas embarcações do Ver-o-Peso, por onde a menina, sem destino certo, veio tentar outro futuro - negado no seu local de origem, perto de seus pais. Aqui, o futuro foi curto, o presente, sofrido. Mas lá não tinha escola... aqui tinha. E também tinha criança brincando, e o trabalho era como brincar de casinha. E a vida era um faz-de-conta... |
quinta-feira, 23 de novembro de 2006
Veia Entupida (Amo muuuuuuuuito tudo isso!!!)
Que desnutrição, que nada. Agora os países ricos matam a população dos países subdesenvolvidos de males crônicos, introduzidos compulsoriamente na nossa cultura via McDonald's, Coca-Cola e afins. Por um lado, enfiam goela abaixo as porcarias alimentícias multinacionais. Exploram os países retirando capital, com investimentos altíssimos cujo lucro não vemos a cor e sub-empregos com salários miseráveis, desestruturam nossas empresas, nos viciam com a associação propaganda+substâncias tóxicas de nomes estranhos, e tentam disfarçar tudo com bichinhos fofinhos, que vêm junto com o seu McLanche Feliz.
Que desnutrição, que nada. Agora os países ricos matam a população dos países subdesenvolvidos de males crônicos, introduzidos compulsoriamente na nossa cultura via McDonald's, Coca-Cola e afins. Por um lado, enfiam goela abaixo as porcarias alimentícias multinacionais. Exploram os países retirando capital, com investimentos altíssimos cujo lucro não vemos a cor e sub-empregos com salários miseráveis, desestruturam nossas empresas, nos viciam com a associação propaganda+substâncias tóxicas de nomes estranhos, e tentam disfarçar tudo com bichinhos fofinhos, que vêm junto com o seu McLanche Feliz.

Bolsa Especial de Natal
O Bolsa Família nunca foi um programa que merecesse lá grandes louvores. É assistencialista, imediatista, e todos esses adjetivos que a gente usa diariamente para criticar construtivamente o governo. Agora a bola da vez é a aprovação do 13° salário do Bolsa, criticado pelo ministro Guido Mantega, da Fazenda, não sem razão, não de todo certo.
O Bolsa não é emprego, e 13º é um direito trabalhista. Quem recebe o Bolsa, de fato também tem direito a Feliz Natal, com presentinhos debaixo da árvore. Quem tem emprego e sustenta a família com 1 salário mínimo tem o mesmo direito, no entanto, o mesmo Senado Federal que aprovou a tal gratificação natalina para os "beneficiados" da bolsa aprovou o corte do direito para os trabalhadores. Quem é que vota a favor da dignidade? E quem vota contra o aumento do salário dos parlamentares? E com quem é que a gente pode reclamar, caso se sinta insatisfeito com tudo? Com o Papai Noel?
É o espírito de Porc... ops... de Natal, invadindo os corações de nossos merecidos representantes... HOHOHO!!!
quarta-feira, 22 de novembro de 2006

Dia da Música
Se eu pudesse, falaria do Chico. Mas como este blog é plural e democrático, não vou falar. Se eu não posso falar só de Chico, então eu vou falar sobre as outras coisas boas da música. Perdoem-me. Refiro-me a outros grandiosos artistas como "outras coisas boas" apenas porque Chico, para mim, encontra-se num universo à parte de todas as coisas.
Coisas estas que formam um mosaico flutuante, uma coisa espiritualmente colorida que é a música. Aí vêm cada nota do que eu me referia. Cada Tom da viola de Caymmi e família, e do infinito alcance das vozes de Elis e Billy, cantadas de um jeito assim eterno, como o som do piano do maestro, em cada uma das composições de Waldemar Henrique. Waldemar este que fez da vida uma canção e hoje é praça e teatro, onde cantam outros encantados amazônicos.
Mas o prazer da música, que é calmante, excitante e universal, por toda a riqueza de acordes, pelo sopro do Guedelha, pelo vôo do Uakti, da marimba de vidro ao piano clássico, do pau-de-chuva à guitarra elétrica, e por todas as coisas que merecem ser música, eu deixo para quem quiser cantar hoje, uma esperança, uma alegria, pra quem quiser cantar mais...
terça-feira, 10 de outubro de 2006
Fora da Reta
O único que não se estressou e manteve a esportiva com tchauzinhos e beijinhos diante dos protestos foi o Vic. Então ficou assim: Almir cara-de-quem-comeu-doce-de-giló-com-pupunha, com sua respectiva esposa, de expressão correspondente. Valéria, ídem; e o Vic, deputado que teve uma votação muito gostosa, com ar de "fo**-se, eu tô eleito".
O único que não se estressou e manteve a esportiva com tchauzinhos e beijinhos diante dos protestos foi o Vic. Então ficou assim: Almir cara-de-quem-comeu-doce-de-giló-com-pupunha, com sua respectiva esposa, de expressão correspondente. Valéria, ídem; e o Vic, deputado que teve uma votação muito gostosa, com ar de "fo**-se, eu tô eleito".
segunda-feira, 9 de outubro de 2006
| Círio Tem de um tudo. Na véspera, até pato do almoço do dia seguinte dando close, empaneirado, ainda vivo, pelas ruas, desembarcado no porto. Movimento de feira, que é arte na feira do miriti. Boi no carmo. Fitas coloridas, igrejas seculares. Lá vai a santinha, à noite, do Gentil Bittencourt até a Sé. Festa da Chiquita, com o minotauro impagável. Veado de ouro, bichices reunidas, lado fresco da fé, porque Ela é mãe de todos. E no segundo domingo... promesseiros devotos se ajoelham na procissão. No palanque, promesseiros pedem votos... e lá vem a corda. Valei-me, Nossa Senhora... |
quarta-feira, 4 de outubro de 2006
Alianças
Fontes superamiiiiiiigas da estrela do Pará afirmam que ontem o presidente Lula convocou Jader Barbalho para uma conversa, solicitando alianças firmes com sua candidata ao governo do Estado. Hoje Jader será recebido por Ana Júlia para acertar os detalhes de sua campanha. Coordenará as ações do PMDB no próximo pleito. E haja pleito!
Fontes superamiiiiiiigas da estrela do Pará afirmam que ontem o presidente Lula convocou Jader Barbalho para uma conversa, solicitando alianças firmes com sua candidata ao governo do Estado. Hoje Jader será recebido por Ana Júlia para acertar os detalhes de sua campanha. Coordenará as ações do PMDB no próximo pleito. E haja pleito!
segunda-feira, 2 de outubro de 2006
O suplício da suplência
Ana Júlia, obviamente, será a candita dos psolistas no 2º turno do Pará. No entanto, são mínimas as chances da petista superamiiiiiiga do Lula receber apoio declarado do partido, leia-se de seus capas e sua militância.
Receberá votos dos psolistas apenas para deixar livre a vaga no senado para José Nery, seu suplente, do PSOL de Abaetetuba. E pra derrubar o rato também, que ninguém é de ferro. Nem ele.
Ana Júlia, obviamente, será a candita dos psolistas no 2º turno do Pará. No entanto, são mínimas as chances da petista superamiiiiiiga do Lula receber apoio declarado do partido, leia-se de seus capas e sua militância.
Receberá votos dos psolistas apenas para deixar livre a vaga no senado para José Nery, seu suplente, do PSOL de Abaetetuba. E pra derrubar o rato também, que ninguém é de ferro. Nem ele.
Comemorável
Todo o segundo turno é pouco para o tucanato paroara (xiiiiii... pegando os trejeitos do Juvêncio...). Muito para o nacional, com a superação do picolé-de-chuchu e suficiente para mostrar que ainda não aprendemos a votar. Mas, particularmente, foi muito divertido ver a cara-de-nada do cara-de-rato enquanto a sua eleição em 1º turno escorria pelo ralo. Bem feito.
Todo o segundo turno é pouco para o tucanato paroara (xiiiiii... pegando os trejeitos do Juvêncio...). Muito para o nacional, com a superação do picolé-de-chuchu e suficiente para mostrar que ainda não aprendemos a votar. Mas, particularmente, foi muito divertido ver a cara-de-nada do cara-de-rato enquanto a sua eleição em 1º turno escorria pelo ralo. Bem feito.
Deus lhe pague
Sensação esquisita ontem, durante o pleito eleitoral paraense, tomou conta de muita gente. Eleição sem graça, sem festa, democracia duvidosa. Atos questionáveis de representantes do TRE tornavam claro o que todos sabiam, a seu modo, uns mais, outros menos: ganha-se eleição quem pode pagar. Quem não pode, paga caro pela ousadia de dar a cara a tapa, de se dispor e enfrentar o aparato burguês de guerra, de tentar enfim libertar os prisioneiros da grande caverna em que vivemos. Infelizmente, quem se liberta dificilmente sobrevive. E na luta pela sobrevivência ainda sofremos com a mendicância do nosso povo no período das eleições, que se vende por cestas básicas, por camisas, por brindes tão combatidos pelo Tribunal Superior Eleitoral durante todo o período de campanha e curiosamente liberados às vésperas do dia primeiro. Quem não pode pagar... espera as coisas mudarem, espera que o povo perceba, espera impaciente que um dia tudo se transforme, luta enquanto espera. Sente cada voto destinado aos wlads, robgols e afins como um golpe do estado contra os direitos do povo; o direito ao voto, com o auxílio da (in) Justiça, pode garantir a submissão política da população, perpetuando os deputados "gostosos" e emprestando um gosto amargo à vida da população. Quem não pode comprar e não se vende, espera.
Outros outubros virão, outras manhãs, plenas de sol e de luz.
Sensação esquisita ontem, durante o pleito eleitoral paraense, tomou conta de muita gente. Eleição sem graça, sem festa, democracia duvidosa. Atos questionáveis de representantes do TRE tornavam claro o que todos sabiam, a seu modo, uns mais, outros menos: ganha-se eleição quem pode pagar. Quem não pode, paga caro pela ousadia de dar a cara a tapa, de se dispor e enfrentar o aparato burguês de guerra, de tentar enfim libertar os prisioneiros da grande caverna em que vivemos. Infelizmente, quem se liberta dificilmente sobrevive. E na luta pela sobrevivência ainda sofremos com a mendicância do nosso povo no período das eleições, que se vende por cestas básicas, por camisas, por brindes tão combatidos pelo Tribunal Superior Eleitoral durante todo o período de campanha e curiosamente liberados às vésperas do dia primeiro. Quem não pode pagar... espera as coisas mudarem, espera que o povo perceba, espera impaciente que um dia tudo se transforme, luta enquanto espera. Sente cada voto destinado aos wlads, robgols e afins como um golpe do estado contra os direitos do povo; o direito ao voto, com o auxílio da (in) Justiça, pode garantir a submissão política da população, perpetuando os deputados "gostosos" e emprestando um gosto amargo à vida da população. Quem não pode comprar e não se vende, espera.
Outros outubros virão, outras manhãs, plenas de sol e de luz.
quarta-feira, 27 de setembro de 2006
| Aposentadoria Almir já foi melhor de debate. Hoje estava tenso, confuso, perdido. Mergulhado em denúncias de descaso com a população, de priorização às elites e extensa (e desnecessária)preocupação com números vazios, que nada de concreto dizem sobre a realidade do Pará. O tucano mostrou-se decadente e fraco, pouco embasado, discurso desbotado, pálido como os doentes que ficam à mercê do poder público e de seu descompromisso com a saúde da população. Almir, que tem a experiência de dois governos consecutivos no Estado , prefeitura da capital e secretaria de saúde no governo Jáder Barbalho, mostrou-se hoje acuado, como um rato, à procura do esgoto mais próximo. |
terça-feira, 26 de setembro de 2006
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